quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Mamães de Porto Alegre e arredores: Programação para o Findi

Este será um fim de semana recheado de atividades bacanas para mamães e bebês.


No sábado, dia 26/11, a partir das 10h, na Luz Materna (Av. Osvaldo Aranha, 1070, sala 404 - Bom Fim), acontecerá a primeira edição dos Círculos de Luz Materna - encontros de apoio à gestação, ao parto humanizado e à maternidade ativa. O tema será Maternidade, maternando, maternar... O ser Mãe em cada uma de nós. O público-alvo são mães com bebês e gestantes (papais também serão bem-vindos) que queiram trocar ideias, tirar dúvidas, contar suas experiências e buscar apoio. Os Círculos são um projeto desta mamãe que vos escreve em parceria com a queridíssima Fabi Panassol, amiga e doula. Vai ser um bate-papo bem gostoso e acolhedor, com entrada franca. Pedimos a quem vier que, além de ideias, dúvidas e relatos, tragam um suquinho ou lanchinho pra compartilhar. Participe!


 
No domingo, 27/11, teremos o Dia do Bebê no Parque, das 9h30min às 13h30min, no entorno do Espelho d'água do Parque da Redenção. Entre outras atividades (programação aqui), às 10h acontecerá um Mamaço, um ato de apoio à amamentação.
Então, anotem aí:
Quando: 27 de novembro, durante as comemorações do Dia do Bebê no Parque.
Horário: 10hs.
Local: Parque Farroupilha/Redenção, em Porto Alegre/ Espaço Humaniza: Bebê e Família.
Eu e o Ben estaremos lá! Vamos fazer um evento bem lindo em defesa da AMAmentação?

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Para Benjamin

Denguinho, cheirinho,beijinho...


Filhote, ontem você completou meio ano de vida. Foram os 6 meses mais lindos, intensos, trabalhosos, mal-dormidos, recompensadores e felizes de minha vida. Quero lhe dizer, meu Benjamin, que agradeço todos os dias por você. Cada minuto a seu lado é uma benção divina, meu filho.
Às vezes a mamãe fica cansada, mas basta olhar seu rostinho para esquecer de tudo, para desejar colher o momento, imortalizá-lo. Sei que não é possível, meu Pequeno, você vai crescer, vai fazer a sua vida, vai ser feliz, vai ser do mundo. Então, vou aproveitar bastante enquanto eu posso lhe chamar de meu, carregando-o nos braços, sentindo seu cheirinho, alimentando-o com o leite que meu corpo produz (e que não canso de achar um milagre!) porque você existe.

Obrigada, filho, por me ensinar a amar incondicionalmente, a servir alguém o tempo todo, humildemente, deixando o egoísmo de lado e não esperando nada em troca. Ao mesmo tempo, obrigada por me dar tanto: alegria, maciez, suavidade, calor, leveza, vida!
Eu aprendo muito com você, meu filho. Aprendo a me encantar com o mundo, com as pequenas coisas, assim como você faz com seu olhar inocente e curioso. Aprendo a ser flexível, a rever opiniões, a não ser tão dura nem comigo nem com os outros. É melhor ser uma metamorfose ambulante a ter aquela velha opinião formada sobre tudo, né, meu Ben?  
Enfim, meu amado Benjamin, gratidão por tudo, você é um companheiro maravilhoso. Seu pai e eu não temos palavras para lhe dizer o quanto amamos você. Desejo que sua vida seja maravilhosa, cheia de amor e alegria e que Deus lhe abençõe sempre.

Mil abraços, mil beijinhos, mil carinhos da
Mamãe

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Amamentação sem Mistério

Este é um trailer de um documentário sobre amamentação realizado pelo GAMA (Grupo de Apoio à Maternidade Ativa) que minha amiga Pilar recomendou aqui para o blog. O trailer por si só é super-informativo. Fiquei bem curiosa a respeito do documentário. Assistam, pois vale a pena!

AMAmentar é tudo de bom!



DESCRIÇÃO


Um competente time de pediatras e especialistas em amamentação apresenta de forma simples e didática as principais recomendações da Organização Mundial da Saúde e as mais recentes evidências científicas em aleitamento materno.


Enquanto explicam porque amamentar, mostram a importância do apoio, ensinam a pega correta do bebê e apresentam soluções para os problemas mais comuns. No pano de fundo entram em cena casos reais e depoimentos emocionantes de mulheres brasileiras sobre as dores e as delícias da amamentação.


Dividido em sete capítulos temáticos, "Amamentação sem mistério" é uma iniciativa do Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (GAMA) que tem por objetivo informar e ajudar profissionais de saúde, grupos de poio e mães que amamentam.


CAPÍTULOS


Abertura (2 min)
Uma breve história da amamentação (10 min)
Por que amamentar? (11,5 min)
Promovendo a amamentação (9 min)
Orientações para mães (19 min)
A mulher no puerpério e a importância da rede de apoio (10,5 min)
Orientações para mães com dificuldades (24 min)
O papel dos profissionais de saúde + créditos (11 min)
TOTAL 97 minutos


REALIZAÇÃO:
GAMA / BOA HORA FILMES (www.boahorafilmes.com.br)

Resenha tirada daqui.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Aqui no meu Pertinho

Música muita fofa composta por César Mello e Cléo Lima para a 1ª Semana do Bebê Carioca, em Agosto de 2011. Um dengo! Compartilho com vocês.



AQUI NO MEU PERTINHO
Mama aqui no meu pertinho
Bem no meu pertinho
Mama aqui no meu pertinho
Bem pertinho do nanar

Quando meu bebê a primeira vez
Mamou segurando minha mão
Parecia um dengo, parecia um beijo
Na ponta do meu coração

Vou ter mais porte e dentes fortes
Que o leão oba!
Vou ter mais garra que a cigarra
Canta chuá, chuá!

É o nosso laço
Parece um abraço
Nossa respiração
Parece canção

Vou ter saúde como o mamute
Mais que urso polar
Mais energia que a andorinha
Tem quando quer voar

Letra: César Mello e Cléo Lima Música melodia: César Mello

sábado, 5 de novembro de 2011

Palmada educativa ou violência contra a criança?



Há alguns dias começou a movimentar a blogosfera um livro que, já no título, mostra a que veio: Tapa na Bunda - Como impor limites e estabelecer um relacionamento sadio com as crianças em tempos politicamente corretos, da educadora infantil (que medo!) Denise Dias.
Não, eu não comprei este livro, nem vou comprar. Este post não é uma dica de livro e, sim, uma pequena reflexão sobre este assunto, que mexe muito comigo. Vamos a ela, pois.

"Violência é uma coisa..."
Sei que as pessoas costumam relativizar a respeito disso. A violência sempre é praticada pelos outros. Violência infantil é espancar, mutilar, queimar uma criança com cigarro... Mas, ora, uma palmada e um puxãozinho de orelhas não fazem mal a ninguém; são até necessários para que a criança nos entenda e obedeça...
Eu não concordo com isso. Sim, existem níveis diferentes de violência, mas tanto o tapinha quanto o tapão são atos violentos. É estranho que essa gradação, tão aceitável quando falamos de nossas crianças, não ocorra quando se trata, por exemplo, de violência contra a mulher. Ninguém anda por aí (ainda bem!) defendendo a palmada educativa nas esposas que não se comportam. Por que com criança pode?
Isto não pode. (Ainda bem!)
Por que isto pode?


"Eu levei muita palmada quando criança e me criei, sobrevivi."
Um discurso que me irrita um pouco é este do "sobrevivemos". Eu não sei vocês, mas desejo que meu filho seja mais que um "sobrevivente". Quero que ele seja feliz, realizado, que tenha boas recordações de sua infância, que seja uma boa pessoa, solidária, gentil, compassiva e empática. E acredito que o modo mais fácil de chegar a este resultado é por meio do exemplo. Se ele sentir isso em casa, se perceber que seus pais se esforçam para compreendê-lo, para enxergar o mundo pelas lentes de seu olhar infantil - que está descobrindo e tentando desvendar este Universo pleno de novidades - ele vai, naturalmente, agir assim com as pessoas. Se não lançarmos mão de violência para lidar com ele, ele não aprenderá a ser violento.

"Um dia ele vai te tirar do sério..."
Eu não tenho dúvida disso. Um dia ele vai me testar, vai fazer birra, vai teimar... Ele vai me tirar do sério, sim, assim como de vez em quando minha família, meus amigos e até meu marido fazem. E eu nunca dei um tapa em nenhum deles por causa disso.

"Mas criança precisa de limite."
Eu concordo com isso. Mas isso acontece naturalmente. Obviamente, não deixaremos nosso filho fazer tudo o que quer, pois ele poderá se machucar, machucar outras pessoas, ficar doente, estragar objetos que não são dele, desrespeitar os outros, blá, blá, blá... A lista de coisas que são vetadas às crianças é enorme! Isso não é dar limite? Além disso, a autora cita a "falta de limites" (que ela entende como falta de tapa na bunda) como o fator responsável por "uma geração de delinquentes adolescentes". Aqui não caberia uma reflexão mais aprofundada? Não seria a falta de presença dos pais e o excesso de crianças "terceirizadas" um dos fatores responsáveis por tanta revolta e delinquência?


"Criança não entende conversa."
Tratar as crianças como bichinhos adestráveis também faz parte do modus operandi da criação de filhos há gerações. Se fizer o que a gente quer, ganha uma recompensa. Se não fizer, tapa na bunda. É bem fácil, né? Realmente funciona. A agressão física dói tanto, é tão humilhante, que a criança tenta não repetir mais o tal comportamento indesejado. Pra que dialogar, explicar, considerar e respeitar a criança? A vida é assim: manda quem pode e obedece quem precisa!
O livro de Denise Dias: um retrocesso.

Afff! Me deu uma tristeza saber desse livro...
Eu poderia falar muito mais sobre isso. Como eu disse, esse é um assunto que mexe muito comigo. Ainda me lembro da sensação de perplexidade, da humilhação e da dor (muitas vezes mais emocional que física) que senti nas vezes em que apanhei quando criança. É difícil admitir isso. Amamos tanto nossos pais que ansiamos por justificá-los, nem que isso signifique reproduzir os erros deles. Não podemos culpá-los, é verdade. Por gerações e gerações, "umas boas palmadas" foram o modo de educar. Assim, não precisamos de livro idiota nenhum para nos ensinar a utilizar-se de tapas para educar nossos filhos. É só fazer o que sempre se fez...
Por isso tudo, para que o cenário mude, é preciso que cada pai e cada mãe busque, lute, peça por discernimento e serenidade para fazer diferente. Não sei ainda como será quando meu pequeno crescer, só sei que não quero nunca ultrapassar esta fronteira sem volta que se chama agressão física. Gostaria muito que fossem publicados mais livros que me ajudassem nesta difícil tarefa. A Editora Matrix (que, paradoxalmente, parece não ter saído da Matrix) decidiu fazer o contrário: dar vez e voz a ideias primitivas, fomentando a violência e o desrespeito com as crianças, e, o que é pior!, vendendo isso como se fosse a coisa mais revolucionária do mundo. Lamentável!

Para ler a entrevista da autora, clique aqui.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Babies: dica de filme

Bayar, Ponijao, Hattie e Mari na aventura de viver.


Anda um pouco difícil blogar nos últimos dias. O filhote anda exigindo mais minha atenção, afinal ele já não é mais um bebezinho, que aceita ficar no colo sem fazer nada enquanto a mamãe escreve alguma coisa. Meu bebezão quer muita brincadeira, passeios, movimentação... aja criatividade da mamãe para dar conta de entreter público tão exigente... :-)

Bem, pra dar uma movimentada por aqui, deixo uma dica de filme: o belo documentário Bebês, um filme divertido, gostoso, com belas imagens, que acompanha o primeiro ano de vida de quatro bebês: Ponijao, da Namíbia; Bayar, da Mongólia; Mari, do Japão e Hattie dos Estados Unidos.
As diferenças culturais entre eles funcionam como pano de fundo, contudo o que o documentário nos mostra é o que essas pessoinhas têm em comum: a doçura, a curiosidade, a vontade de explorar este mundão de meu Deus e a capacidade (por que a perdemos?) de se admirar e se divertir com o que os cerca.
Cuti-cuti na última!





Título original: Bébé
Duração: 79 minutos
Gênero: Documentário
Direção: Thomas Balmès
Ano: 2010
País de origem: França

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