sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Se você pudesse voltar no tempo, o que diria a si mesma?

Hoje a Cientista que virou mãe publicou este vídeo realizado pela Casa Moara e eu achei muito lindo. São reflexões de mães sobre o que diriam a si mesmas se voltassem no tempo um pouco antes de seus bebês nascerem. É uma mensagem maravilhosa para quem já é mãe e para quem quer ser.



A música é uma gracinha, se chama "Reconhecimento, do projeto Acalanto. Eu canto sempre para o Ben.

Bem vindo meu novo ser
cercado de proteção
de tanto amor tanta paz
dentro do meu coração

É como se eu estivese esperado
toda a vida pra te embalar

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Benjamin: 9 meses!

Hoje nosso Ben está completando 9 meses. Ele está uma gostosura só. Por enquanto se locomove rolando de um lado para outro, mas já está aprendendo a sentar sozinho. Continua não dispensando um mamá, mas também come muito bem e quer sempre segurar a colher com as próprias mãozinhas para, então, levá-la à boca. Quando está faceiro, faz um movimento lindo, girando as mãos e os pés ao mesmo tempo, no maior estilo "bailaor flamenco". Sente cosquinhas, principalmente na barriga, no pescoço e na parte interna das coxas, dando muita risada. Já segura sozinho o copo de transição e consegue tomar água no copo "dos adultos" praticamente sem derramar. Conversa muito, dizendo muitos bababa, dadada, deideidei, igrrrrr, brrrrrr, e nos imitando às vezes quando dizemos "ai" e "água" (que ele pronuncia "aua"). Consegue pegar farelinhos de pão fazendo um movimento de pinça com o polegar e o indicador e levando-os à boca. Já sabe jogar a bola pra gente. Come bolachinhas sozinho. Está aprendendo a dar tchauzinho. Já posso derreter?

Dando tchauzinho.

Além de celebrarmos mais um mês de vida de nosso Pequeno, hoje é um dia importante porque finda sua segunda gestação. Explico: segundo a medicina chinesa, a gestação não dura nove meses, e sim 18: nove dentro e nove fora do útero. Sinto-me muito contente por termos vivido esse período de forma intensa, amorosa e conectada. Pois é fato que há 18 meses carrego Benjamin, alimentando-o e amando-o (e é a experiência mais incrível de tooooda a minha vida). Até hoje, ele tinha vivido mais tempo dentro de mim do que fora e, lá bem no fundinho de meu coração, considerava-o mais meu que do mundo. Hoje se inicia um novo ciclo, no qual pouco a pouco (sem pressa, tá, filho?) ele começará a ficar mais independente e autossuficiente; dentro de pouco começará a andar, a falar, a trilhar seu próprio caminho e será cada vez mais do mundo do que meu. Esse processo é intrínseco ao "ser mãe"/"ser filho". E não dói, não. Desapego é uma das qualidades que a maternidade tem me ensinado. Mas enquanto ele continuar sendo meu agarradinho "mamão", deixa eu aproveitar, pois é delicioso.

Filhote, você sempre terá uma amiga em mim. O mantra seguidamente repetido por mim "mamãe tá aqui", continuará valendo forever and ever, ok?

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Mamãe exibicionista responde...


 Sob o título Amamentar em público e em qualquer lugar. Tem que poder. Mas precisa?, uma moça chamada Letícia González  afirmou em uma matéria de uma revista de mulherzinha, versão online, querer iniciar um sério debate sobre "quando é ´ok´ amamentar e quando é 'demais' amamentar". Em tempos em que se necessita fazer campanhas massivas pró-amamentação e em que as mulheres amamentam cada vez menos (o Rio Grande do Sul, Estado onde vivo, tem um dos piores índices de amamentação, com média de 23 dias), acho uma matéria como essa um desserviço por colocar a lactante em uma posição muito chata: a de mulher que constrange, que se exibe desnecessariamente, por mostrar os peitos em público para quem não quer ver.
Bem, eu li a matéria, óbvio, e respondi. Porém, como mais de 500 pessoas responderam, o que escrevi (não que seja grande coisa...) vai se perder lá no meio de tantas opiniões. Assim, resolvi publicar aqui no blog, caso alguém queira ler. Lá vai!
Fiquei espantada com este texto. Não sei se é maluquice ou hipocrisia... Ninguém coloca em discussão se é "ok" ou se é "demais" a exposição do corpo da mulher na mídia, em reality shows, propagandas, capas de revista, carnaval... Mas uma mãe amamentar um filho em público pode constranger ou (pasmem!) fazer alguém perder o apetite. Acho, Letícia, que faltou um pouco de cuidado de sua parte no uso das palavras.
Além disso, você está ciente das recomendações da OMS a respeito da amamentação?
"A Organização Mundial de Saúde recomenda, para a população em geral, que os bebês recebam exclusivamente leite materno durante os primeiros seis meses de idade. Depois dos seis meses, com o objetivo de suprir suas necessidades nutricionais, a criança deve começar a receber alimentação complementar segura e nutricionalmente adequada, juntamente com a amamentação, até os dois anos de idade - ou mais.
Para fazer com que as mães consigam amamentar exclusivamente, até os seis meses, a OMS e o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) recomendam ainda: 1) iniciar a amamentação nas primeiras horas de vida da criança; 2) amamentação exclusiva, ou seja, o lactante recebe apenas leite materno, sem nenhum outro alimento ou líquido, nem mesmo água; 3) que a amamentação aconteça sob demanda, ou seja, todas as vezes que a criança quiser, dia e noite; 4) não usar mamadeiras nem chupetas." 

(Fonte: Organização Pan-americana de Saúde)

Pois bem... Se uma mulher quer amamentar o seu filho, sendo este o padrão ouro de alimentação do bebê (não é que seja o melhorzinho, se der fórmula, tudo bem; leite materno é "A" opção, o que não for isso é algo menor e só deveria ser utilizado em caso de impossibilidade da mulher de amamentar, o que é raro), o que ela deveria fazer? Ficar, no mínimo, 6 meses trancada em casa para não constranger ou não tirar o apetite de ninguém? Buscar o banheiro mais próximo cada vez que o bebê sentir fome? Quem defende isso gosta de comer no banheiro? Por que o bebê tem que gostar?
Além disso, a OMS recomenda que a amamentação ocorra em livre demanda, ou seja, sempre que o bebê quiser. Quem já teve um bebê sabe que isso pode ser a cada cinco minutos, ou pode ser quase o tempo todo (o meu bebê em seus primeiros tempos era assim, e mesmo agora, aos 9 meses, ainda necessita bastante do mamá).
E até o momento, só falei na questão nutricional. Contudo, não se pode deixar de lado o aspecto emocional. Amamentação é um ato de amor, é estreitamento de vínculos entre a mãe e o bebê, é proteção, é comunicação entre os dois. Estar junto ao seio da mãe é estar em casa, é ter a segurança de estar protegido, mesmo em um ambiente que pode não ser muito amigável para o pequeno, como um restaurante barulhento, um ônibus ou um shopping center.
Meu medo é que tudo isso se perca, pois amamentar está virando raridade, talvez por nossa sociedade ver este ato - tão sublime, tão carinhoso, tão essencial para mãe e bebê - cada vez mais como algo constrangedor, fruto do exibicionismo de uma mulher que quer a todo custo deixar os seios à mostra em público (porque é a primeira coisa que nos vem a cabeça quando o bebê chora, não sabiam? Tem gente olhando? Peitão neles!).
É uma pena! Se mais bebês fossem amamentados, no futuro, penso eu, existiriam menos adultos perdendo o apetite ao ver uma mãe alimentando seu filho. (E talvez os terapeutas tivessem menos clientela...)


Ilustração: Heather Cushman-Dowdee, mamífera, mãe de 4, autora das tirinhas Mama is...comic

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A primeira febre a gente nunca esquece...



No domingo passado, há uma semana, o Benjamin passou o dia meio desconfortável, sério demais, parecia cansado. Nós estávamos na casa dos avós paternos, e eu pensei que era por ele ter pulado o soninho da manhã. Quando chegamos em casa à tardinha, senti seu corpinho quente. Medi a temperatura e estava 37,5°C. Fui direto dar um banho morno e comecei a monitorar. Dormiu mal a noite toda, a febre aumentando.
Passou a segunda-feira toda ruinzinho, mas sem apresentar outros sintomas. Na terça teve alguns episódios de vômitos e um pouco de diarreia. Não queria comer nada, somente mamar. Fomos à nossa pediatra para examiná-lo. Era aqueles casos em que a coisa toda mais parecia uma dessas tais viroses. Ela me tranquilizou, disse que eu estava fazendo tudo certo: banhinhos mornos, muito líquido, colo, mamá e repouso. O corpo se encarregaria de se curar sozinho. Receitou somente duas homeopatias e me deu a requisição para um exame de urina, caso a febre não baixasse até quinta-feira.
A madrugada de quarta foi a mais difícil, quando o marcador encostou no 39°C. Quase abri a caixa do, até agora lacrado, antitérmico que temos em casa (para o caso de...). Mas meu marido e eu resistimos, e nossos colos é que confortaram Benjamin e o ajudaram a dormir. Quarta, tudo na mesma.
Quinta-feira vem a surpresa. A temperatura baixa muito e Benjamin acorda sem febre e sorrindo. Tudo passou! Ledo engano. Algumas horas mais tarde o corpo se encheu de pintinhas vermelhas. Corre a mãe para ligar para a pediatra. Expliquei o quadro e finalmente foi possível fazer um diagnóstico: roséola infantil ou exantema súbito. É uma doencinha de nenê que consiste no surgimento de febre alta por 2 ou 3 dias. De repente a febre some, e as manchinhas aparecem. Segundo o pediatra Paulo Fontanella (leia aqui o texto na íntegra), "é frequentemente confundida como 'alergia a antibióticos', pois, como gera febre alta e persistente nos primeiros dias, muitas vezes é prescrito antibiótico à criança com Roséola Infantil por médicos inexperientes ou por pressão da família, no período febril. Como a febre passa espontaneamente em 2 a 3 dias de doença e aparece o exantema (manchas), as pessoas atribuem as manchas ao antibiótico e não à doença".
Ele ainda continuou choroso, jururu, pintadinho e dormindo mal até ontem. Porém, hoje (domingo) acordou sorridente, faceiro e brincando bem mais que nos últimos dias. Passamos por essa!


Coisas que aprendi, crenças que reforcei
É claro que febre assusta. A gente cresce tendo medo dela, mas, na verdade, febre é bom, febre é benção. O corpo com febre é um corpo saudável que se aquece para combater invasores indesejados, como vírus e bactérias. Febre é mocinha, não é bandida.
Óbvio que foi um grande desafio não dar antitérmico para baixar a febre, mas estou muito feliz por ter conseguido. Claro que tem que ter bom senso, se aumentasse mais a temperatura, talvez eu lançasse mão do medicamento. Mas dessa vez não precisou. Confiei na capacidade do corpo de meu filho de se curar sozinho e tenho certeza que ele saiu mais forte dessa. Não foi fácil, repito. Pode até parecer que deixei Benjamin sofrer à toa quando poderia ter dado um antitérmico e tê-lo animado um pouco. Contudo, este ajoujamento causada pela febre é imprescindível para que a energia do corpo seja canalizada para o processo de cura. Quando eu ofereço um antitérmico e a criança volta a pular serelepe novamente, estou interferindo nesta cura, gerando uma cura "meia boca".
(Para saber mais sobre isso, recomendo a leitura do artigo "Está com febre? Que bom!"-páginas 4 a 6).

Para finalizar, fica a receita do que, dessa vez, deu certo com a gente: repouso, muita água, banhos mornos, mamá e colo à vontade. E disponibilidade emocional do pai e da mãe. Pois a mãe fica moída e o pai, a um certo ponto, além de dividir os cuidados com o bebê, tem que cuidar também da mãe, consolá-la, lembrá-la de acreditar em si mesma e em suas crenças.
Foi uma semana difícil, confesso. Mas, no fim, todo mundo saiu melhor e mais forte da experiência.

coisas que não posso deixar de repetir 1:
Colo, colo, colo nunca é demais. Colo de mãe (e de pai também) é tudo de bom, Benjamin que o diga. 
coisas que não posso deixar de repetir 2:
AMAmentar me ajudou muito nesses dias. O Benjamin não quis comer nada, só queria o peito, pois pra ele é também consolo, por isso ele não ficou sem se alimentar, o que me deixou mais tranquila. Foi uma semana de amamentação exclusiva novamente, com peitos vazando, e tenho que confessar que desta parte eu gostei.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Para ler quando o bebê dormir

 Outro dia, conversando com uma amiga, também mãe-mamífera, nos divertíamos com o fato de que, após nos ocuparmos de nossos filhotes durante o dia todo, quando finalmente eles dormem e podemos tirar uma folga, ficamos ou falando deles e de suas conquistas diárias; ou vendo fotografias (deles, sempre deles); ou lendo sobre assuntos ligados à maternidade, ou blogando (só pra terem uma ideia, enquanto estou escrevendo isso, Benjamin está dormindo plugado na teta...).
 Então, fiz mentalmente um levantamento dos últimos seis livros que li. De fato, três deles eram sobre aspectos da experiência materna. Posso arriscar dizer que estou fazendo uma especialização no assunto... hehehe! Bem, a questão é que por um motivo ou outro esses 3 livrinhos valem a pena, então, mamães, anotem aí as dicas de leitura para ler depois da meia noite. :-)




 Bebês de mamães mais que perfeitas, de Cláudia Rodrigues
É uma delícia de leitura. O texto é todo escrito dando voz aos bebês e aos seus pontos de vista, o que o torna bem divertido. O que achei mais bacana neste livro é o viés antropológico, partindo do princípio de que as necessidades dos bebês de hoje são as mesmas daquelas dos bebês das cavernas. Não adianta comprar o berço mais lindo, babás eletrônicas, brinquedos superestimulantes e tantas outras parafernálias que o mercado tenta nos convencer de que são ultra necessárias... O que o bebê precisa, pouco importando "se nasceu na Oceania, nas Américas, na Ásia, na Europa ou no Oriente Médio" (citando o texto de quarta capa), é de colo, alimento, aconchego e presença.
Simples assim.




Mamãe, eu quero: Guia prático de alimentação para crianças todas as idades, de Sônia Hirsch
Um livro perfeito para as mães que querem oferecer uma alimentação saudável e equilibrada para os filhos e para o resto da família também. Defensora da máxima de que "a saúde é subversiva porque não dá lucro a ninguém", Sônia nos incentiva a gastar mais na feira e menos na farmácia, além de auxiliar na elaboração do cardápio, oferecer receitas, informar sobre as propriedades nutricionais dos alimentos e fornecer dicas naturais para tratar de algumas doenças infantis.



Eu era uma ótima mãe, até ter filhos, de Trisha Ashworth e Amy Nobile

Comprei este num balaio da Feira do Livro de Porto Alegre e, no início, não gostei muito pois achei a visão das autoras meio "apocalíptica" em relação à maternidade. Mas continuei lendo e fui gostando mais e mais do livro. É leve e bem-humorado e me fez pensar que, na grande maioria das vezes, a maior inimiga de uma mãe é: 1) ela mesma; 2) uma outra mãe. No primeiro caso, pois impomos a nós mesmas expectativas irreais, perfeição, milhares de obrigações, felicidade inabalável dos filhos, comparação com outras mães, tudo regado a muita culpa. No segundo caso, porque estamos sempre prontas a olhar para uma companheira de maternidade que ousou fazer algo diferente da gente (ou seja, errado, segundo nosso ponto de vista) e pensar (ou verbalizar): "Humpf! Eu faria tudo diferente..." Ou: "Meu filho nunca vai fazer uma cena dessas" e por aí vai. Para pegar leve, ser mais solidária, julgar menos e se unir como "classe".

Boa leitura!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Das ambivalências


 
Dizem por aí que ser mãe é padecer no paraíso. Nunca entendi muito bem esse ditado e sempre considerei-o um tanto exagerado. Até agora.
Ser mãe é padecer no paraíso, sim, pois é, a um só tempo, a missão mais difícil e mais maravilhosa que se pode ter na vida. A mais doída e a mais gratificante. A mais complexa e a mais simples. É uma loucura. Mesmo. É tudo ao mesmo tempo agora. Sofrimento e prazer. Alegria e tristeza.
Se, por um lado, você se olha no espelho e não se reconhece - pele ressecada, cabelo mal-tratado, unhas por fazer -, por outro, você sabe que nunca antes na história de sua vida teve razão mais forte para vivê-la.
Se, antes, você era uma mulher ativa, moderna, dona de seu nariz, agora você é fonte de alimento, calor e cuidado para um ser humano, tendo perdido completamente o controle sobre o que quer que seja. Contudo, quando, finalmente, você consegue uma "folga" para sair sozinha, para ter uns minutos só seus, sente-se vazia, não sabe o que fazer com os braços, já tão acostumados a embalar a cria, fica sem graça e tudo ao redor perde um pouco da cor.
Você antigamente estudava, lia jornais, ia ao cinema com frequência, frequentava exposições de arte... era um bom papo. Agora, você desenvolveu uma espécie de dialeto dissílabo - cocô, xixi, mamá, papá - e, por mais que seus amigos considerem uma grande chatice, este assunto único no qual se especializou fascina você como nenhum outro, é o mais interessante do mundo.
E você se sente solitária, pois Maternar é uma escolha sua, e você não pode falar com ninguém de seu cansaço, de suas dúvidas, de seus medos sob a pena de que dedos acusadores sejam apontados em sua direção: "Viu? Eu disse que era loucura parar com tudo/ que não devia dar tanto colo/ que tinha que acostumá-lo a dormir sozinho/ que tinha que impor horário para amamentar/ que tinha que dar chupeta" e por aí vai. Então você se resigna a fazer cara de paisagem, a responder automaticamente que tudo vai bem, obrigada. Porque as pessoas não vão entender. Se você falar de suas dores, pensarão que você não está feliz, quando, na realidade, você nunca foi tão feliz em toda sua vida.
Complicado, né? Isso é ser mãe. Experiência das mais ricas, plena de dores e delícias.
E depois de desabafar, chorar, se descabelar, depois de desejar, nem que só por um dia, almoçar com calma e fazer xixi de porta fechada, de querer nem que seja por um instante (e em segredo) ter a sua vida de volta, você olha para o lado e vê surgir, cheio de luz e amor, o sorriso mais lindo que pode existir. Você vai até seu filhote e colhe-o nos braços, aconchega-o em seu peito e ele mama seu leite, segurando em sua mão, olhos nos olhos...
Você é uma Deusa. E está no Paraíso.